Back To Top
Glass

Produtos ZEISS

Vale a pena ver melhor: Lentes para óculos, revestimentos e instrumentos de diagnóstico da ZEISS

mais

Entre em contacto

Tem interesse na Parceria ZEISS ou já é cliente da ZEISS e gostaria de fazer alguma pergunta?


Tem alguma dúvida?

Tópicos

  • i.Profiler
  • DuraVision Platinum
  • i.Demo
  • i.Terminal 2
  • Lentes para escritório
  • Lentes progressivas
  • i.Scription
  • Lentes monofocais ZEISS
  • Tratamentos
  • Capas

Minerais

Materiais para lentes minerais

Minerais

Lentes minerais ZEISS com diferentes índices de refração desde 1,5 até 1,9 (em cima) e lentes oftálmicas Umbramatic (em baixo)

Nas lentes de vidro é feita uma distinção entre vidro mineral (número de Abbe > 55) e vidro flint (número de Abbe < 50).
O termo "vidro crown" (B 270) começou a ser usado para descrever a aparência em forma de coroa das placas circulares de vidro soprado produzidas em Inglaterra. O nome "vidro flint" vem de uma técnica de produção mais antiga na qual era usado um quartzo de coloração brilhante, denominado sílex ("flint", em inglês).

 

Até 1886, os vidros padrão "crown" e "flint" eram os únicos tipos conhecidos. O desenvolvimento de novos materiais começou logo após essa data. A pesquisa sobre os métodos para produzir novos tipos de vidro e, em particular, tipos com um maior índice de refração, continua nos dias de hoje. O objetivo é conseguir a menor dispersão possível através da adição de substâncias adequadas, até mesmo para materiais que já possuem um alto índice de refração. Ao mesmo tempo, um alto nível de dureza e resistência química têm de ser garantidos para as lentes oftálmicas acabadas.

Vidro ótico

Vidro ótico
(Foto: cortesia da Schott Glas, Mainz)

O que é o vidro?

O termo "vidro" é usado para designar todos os materiais cuja estrutura química seja similar à de um líquido, mas cuja viscosidade à temperatura normal é tão alta que eles podem ser descritos como sólidos.
Os vidros possuem uma estrutura amorfa (não cristalina), ou seja, a configuração dos átomos ou das moléculas não segue qualquer princípio de disposição periódica. Existem variadíssimos tipos de vidro, desde branco até colorido, desde cristalino até opaco.
O vidro mineral é obtido por meio de um grande resfriamento da massa de vidro fundido e é também frequentemente descrito como um líquido super-resfriado. Na verdade, o vidro não é um sólido, mas até no seu estado sólido apresenta uma certa viscosidade, que não é notada no dia-a-dia. 

O que é o vidro mineral?

O que é o vidro mineral?

O vidro mineral é o produto de um processo de fusão. O vidro fundido tem a seguinte composição:

 

70% de vitrificantes (quartzo)
20% de fundentes (potassa e carbonato de sódio)
10% de endurecedores de vidro (óxidos)

Materiais das lentes

Vidro durante o processo de fusão no tanque de fusão
(Foto: cortesia da Schott Glas, Mainz)

Por meio da adição de diferentes óxidos de metal e de fluoretos (1%), as propriedades óticas e a cor do vidro podem ser deliberadamente modificadas. Por exemplo, a adição dos óxidos de chumbo, titânio e lantânio aumenta o índice de refração, ao passo que o óxido de bário e os fluoretos reduzem a dispersão. O vidro fundido também pode ser tingido para produzir lentes coloridas para óculos de sol por meio do uso de ferro, cobalto, vanádio e manganês. Para obter propriedades fotocromáticas são adicionados compostos metálicos com flúor, cloro e bromo (halogenados) à massa de vidro fundido.

Todas as substâncias necessárias à produção do vidro desejado são fundidas num forno com temperaturas entre 1 400 °C e 1 500 °C. As bolhas de gás contidas no vidro fundido viscoso podem ser removidas pela adição dos denominados agentes afinantes. A agitação durante várias horas após a adição dos agentes afinantes previne a formação de listras, inclusões e colorações indesejadas. Depois do processo de fusão, o vidro fundido é direcionado – a uma temperatura ligeiramente mais baixa – através de um dispositivo de dosagem para uma prensa automática onde os blocos de lente são produzidos. Estes blocos de lente são resfriados num forno especial antes de serem transformados em lentes oftálmicas acabadas.

Lentes minerais ou orgânicas?

Dicas e conselhos
Lentes de vidro
Lentes minerais
Índices de refração muito altos permitem a produção de lentes finas, até mesmo para altas prescrições.
Ampla gama de índices de refração, desde n = 1,5 até n = 1,9

Resistência a arranhões, maior durabilidade e vida mais longa das lentes
Superfície com boa resistência

Menos franjas de cores restantes do que nas lentes orgânicas com mesmo índice de refração
Baixa dispersão, mesmo com altos índices de refração
Lentes bifocais e trifocais sem arestas palpáveis
Boa capacidade de fusão de diferentes materiais
Eliminação simples dos subprodutos resultantes do processo de fabricação
Processo de fabricação respeitando o meio ambiente
Sem deformações e, por seguinte, sem alteração das propriedades óticas a altas temperaturas
Alta resistência térmica

Possibilidade de usar lentes coloridas uniformemente e de colar segmentos, por exemplo, com potências prismáticas diferentes nas zonas para perto e para longe
Materiais com boas propriedades de colagem

Lentes de plástico
Lentes orgânicas
Índices de refração altos permitem a produção de lentes finas, até mesmo para prescrições mais altas
Índices de refração desde n = 1,5 até n = 1,74

Óculos mais leves e confortáveis
Baixa densidade
Altamente recomendadas para óculos de desporto e para crianças
Alta resistência à quebra
Coloração personalizada, independente da prescrição, utilizando o processo de imersão
Grandes possibilidades de coloração

Escurecimento uniforme das lentes orgânicas fotocromáticas, independente da potência dióptrica
Incorporação de substâncias fotocromáticas na superfície da lente

Trabalhos de polimento ou soldagem não danificam a lente
Muito resistente a fagulhas
Para obter uma dureza semelhante à das lentes minerais, é necessário um revestimento de endurecimento
Superfície de baixa resistência

Exemplos de tipos de lentes

Materiais para lentes minerais
Exemplos de lentes em que são aplicados
Índice de refração médio nd
Número de Abbe νe
 
Crown
ZEISS Monofocal Esf. Mineral 1,5
1.525
58.3
Primeiro material mineral utilizado para lentes oftálmicas
Crown de bário  
ZEISS Monofocal Esf. Mineral 1,6
1.604 43.8 Difere oticamente do vidro "crown", devido à maior refração com baixa dispersão cromática
Flint pesado


ZEISS Monofocal
- Esf. Mineral 1,7
- Esf. Mineral 1,8
- Esf. Mineral 1,9

1.706
1.800
1.893

39.3
35.4
30.4
Material com alto índice de refração para altas prescrições. As substâncias adicionadas incluem titânio e lantânio. Em 1973, a Schott recebeu um prémio por ser a primeira empresa a desenvolver estas lentes
Borossilicato


ZEISS Monofocal
- Esf. Mineral 1,5 Umbramatic marrom
- Esf. Mineral 1,6 Umbramatic marrom

1.525

1.604

56.5

42.8
A adição de cloreto de prata e brometo de prata confere propriedades fotocromáticas à lente. Outra substância adicionada é o ácido bórico.
Flint de bário ZEISS Bifocal Clássica CT25 Mineral 1,6 1.684
1.755
44.2
38.1
Material utilizado nos segmentos das lentes bifocais e trifocais
 

Este website usa cookies. Cookies são pequenos arquivos de texto criados pelos websites e armazenados em seu computador. O uso de cookies é uma prática comum que permite melhorar o desempenho e a visualização dos sites. Ao navegar em nossos sites você está concordando com o seu uso. mais

OK